Casa da KK
Quarta-feira, Dezembro 26, 2007

2007 acabou - Memórias, Crônicas e Declarações de Amor

Pois é, estamos chegando ao fim de 2007 com aquela sensação de sempre de que foi tudo muito rápido, quando de repente percebemos que o ano está acabando e procuramos puxar na nossa memória tudo que se passou nesse ano. Relembrando o que eu escrevi no último post do ano passado (que ainda está na página principal e cujas palavras valem não para um ano novo ou para 2007, mas sim para toda a vida) o importante é que tenhamos vivido coisas novas e diferentes, sempre.

Para mim, 2007 foi um ano de mudanças, muitas mudanças. Comecei a trabalhar de verdade, morei em três cidades diferentes, conheci muita gente nova (mas conheci de fato pouquíssimas pessoas), me fechei no meu mundo, na minha zona de conforto... Porém, uma pessoa veio invadindo essa zona e achou meu coração perdido por lá, me fazendo passar pela maior mudança desse ano: me apaixonar pela vida! Fazer planos, sonhar e viver tudo isso! Bom demais!!!

2008 está chegando com a promessa de que vou continuar vivendo essa felicidade, realizando os meus sonhos e planos para esse novo ano. Para aqueles que me acompanham desejo que em 2008 todos tenham experiências maravilhosas, que aprendam muito com elas, que amadureçam e cresçam, que chorem, sorriam, gritem, sussurrem, se arrisquem, se abram, compartilhem suas alegrias, conheçam pessoas especiais, enfim que sintam e vivam todas as emoções que são permitidas ao ser humano conhecer.

Quero principalmente que todos tenham histórias para contar sobre 2008 e que tirem as lições, aprendendo com elas e guardando todas elas com carinho na memória. E que não esperem o fim de ano ou datas especiais para fazer as reflexões sobre o rumo de nossa vida, não perdendo o foco na realização de nossos planos e sonhos... Tenham todos um ano sensacional, a vocês e a todos que vocês amam!

Obrigado por esse ano de 2007 e que venha 2008!


ThoMaS - 13:56


Terça-feira, Outubro 09, 2007

11 anos

Curioso ver que o último post ainda se trata de uma homenagem ao meu pai, e agora vou escrever sobre uma pessoa que já não está mais ao meu lado há 11 anos...

Eu nunca tive educação religiosa, não sou católico, evangélico, judeu ou muçulmano, mas tenho minhas próprias crenças que foram construídas ao longo do tempo, talvez não sob a influência de uma só pessoa, mas sim de todas aquelas com que convivo. Digo isso porque sempre questionei as tais forças ocultas, sempre duvidei que exista a vida após a morte, que existam almas e espíritos...

Mas quando olho para a minha vida, vejo que de fato, como um dia disse uma amiga minha, eu sou uma pessoa abençoada. As coisas sempre acabaram ocorrendo de forma natural para mim, o sucesso que alcancei naquilo que fiz sempre acabou vindo sem que tivesse de lutar demais por aquilo, sem que houvesse tantos percalços (ou talvez eu não consiga perceber o esforço que faço). Agora eu paro e me pergunto, por que isso?

Fico imaginando se de fato não existe um destino para nós, um masterplan do qual não temos conhecimento e nem sabemos quem pode ter desenhado para nós. (até aqui foi escrito de fato no dia 20, o resto eu completo hoje) Andava meio para baixo nos últimos tempos, achando que minha vida andava totalmente sem rumo, aliás, que seguia sim um rumo decadente, e que não havia perspectivas de dar uma guinada. Mas o destino veio mais uma vez e pregou uma bela duma peça em mim, me fez acreditar mais uma vez que existe alguém que de fato cuida de mim, mesmo não estando presente...

Portanto esse post singelo é para você, que cuidou durante 13 anos de mim com tanto carinho e que nos últimos 11 anos tem dado um jeito de me fazer sempre seguir o rumo certo, me colocando no melhor caminho. Espero que sinta orgulho da vida que levo e das conquistas que tenho, pois tenha certeza que você tem uma grande parcela de "culpa" nisso tudo. Obrigado por tudo que fez e que faz por mim... Saudades...


ThoMaS - 01:01


Sexta-feira, Agosto 10, 2007

Ser Pai

Ser pai é o maior presente que um homem pode ter. Um presente que se torna de grego para aqueles que não estão prontos para isso.

Ser pai é ser responsável por aquilo que existe de mais precioso: a vida de uma pessoa. A pessoa que vai te tratar como um herói mesmo logo depois de seus maiores fracassos.

Ser pai é saber aceitar quando aquele herói precisar defender suas opiniões. Mas que sempre reza para que todas elas tenham sido ouvidas.

Ser pai é ficar de madrugada esperando por uma ligação. Mesmo que essa seja apenas para servir de chofer pelas ruas cheias de ameaças.

Ser pai é conseguir segurar nosso vôo quando não estivermos prontos para cair. E se orgulhar quando esse vôo for o mais belo.

Ser pai é sentir a dor da saudade de quem saiu do ninho. E rezar para que lá fora já consiga se proteger sem ele.

Ser pai é olhar para o seu neto, e não acreditar que o tempo passou tão rápido assim. E sempre achar que seu filho não está pronto para isso.

Enfim, SER PAI é o ser que sempre admirei e sigo admirando. E que hoje agradeço não só pela paciência mas principalmente, por me dar o orgulho de você SER O MEU PAI!


ThoMaS - 21:04


Sexta-feira, Julho 13, 2007

S.M.S.

Eu não sei muito bem o porque eu estou escrevendo hoje, mas vou seguir mesmo assim. Não tenho nada de novo para falar, nenhuma reflexão a fazer, acho que na verdade vai ser tudo um desabafo, algo para extravasar e começar de novo.

Eu vivi muita coisa boa nos últimos anos, mas eu sinto que esse ano eu não estou em grande evolução. Minha vida pessoal se resume a ficar 2h por dia no MSN conversando com algumas pessoas, que se vejo por esse tempo pessoalmente durante a semana já é muito. Alem disso eu sinto que perdi totalmente a capacidade de fazer o small talk com qualquer pessoa que apareça, falar sobre o clima, sobre futebol, criticar o Lula, sei lá! Falar de qualquer coisa hoje em dia está sendo um grande desafio para mim.

Estou quieto, triste e carente. Cada dia que passa sinto mais e mais que todos vivem à minha volta, sempre indo para frente enquanto eu ando de lado tentando decidir quem vou seguir, e no fim das contas sempre volto para o mesmo lugar. Falta o brilho, falta a alegria, falta o it.

Na minha montanha-russa interna eu sinto que estou num downhill tremendo e não consigo imaginar o que eu posso fazer para melhorar isso. Estou com esse péssimo sentimento de que a minha vida está acontecendo e eu não estou participando dela. Enquanto isso eu sigo aqui, sozinho na minha casa em mais uma sexta-feira a noite, como tem ocorrido nos últimos sábados também.

Para mim até agora 2007 tem sido um ano de involução... Estou voltando a ser o mesmo Thomas que existia em 2002, aquele que não falava com ninguém, que não saia e que dependia de algumas poucas pessoas. Hoje as poucas pessoas se foram e outras vieram, e ao mesmo tempo as muitas pessoas se foram de vez, deixando um vazio enorme em mim. I guess I am falling apart and no one can help me. No one but me. Now please push the RESET button and make me Save My Soul.


ThoMaS - 23:30


Segunda-feira, Maio 21, 2007

Tripé

Numa época em que se fala tanto de meio ambiente, de aquecimento global, em que tantos escândalos na política são mostrados pela imprensa e são deflagrados pela polícia, um pensamento passa pela minha cabeça: "o que estamos fazendo para melhorar o mundo"?

Não foi só uma vez que eu pensei o quão passiva é a nossa sociedade atual, que parece não achar que tem forças ou mesmo não se importar com a impunidade com que todos parecem infringir a lei. Eu mesmo faço parte dessa massa que se revolta, mas não age efetivamente para tentar melhorar o mundo, ou sendo mais modesto, o Brasil, seu estado, município, bairro ou comunidade.

Quem não cometeu uma infração pensando "só estou fazendo isso por que todos fazem"? Ou mesmo por saber, ter a certeza, de que aquela infração não será punida? Os estrangeiros que vem para o Brasil vivem dizendo como os brasileiros são receptivos, mas do que adianta tratar tão bem os que vêm de fora sem se importar com quem se convive diariamente?

Todos esses questionamentos vieram para mim depois de uma conversa que me pôs a refletir sobre a maneira com que levo a minha vida. Um superior meu disse que a vida é suportada por um tripé: família, trabalho e sociedade.

Em começo de carreira, é "natural" que me dedique ao trabalho em primeiro lugar, tendo em vista que no futuro poderei ter mais condições de fornecer à minha família aquilo de melhor, aquilo tudo que precisem para que não falte nada. E quanto à sociedade? O que eu tenho feito de bom para ela?

Cheguei a conclusão de que como se costuma dizer "se não pode ajudar, não atrapalhe", então o que tenho condições de fazer hoje, já que não estou disposto a ceder de meu tempo e de minha dedicação, é levar a vida de maneira mais correta possível perante a sociedade. O ser humano é dotado de uma capacidade incrível de influenciar e de ser influenciado, e espero que eu posso à minha maneira influenciar as pessoas da maneira com que eu fui influenciado pelas palavras dessa pessoa com quem conversei.

Reflexões na vida são importantíssimas, mas elas são válidas apenas quando se tornam algo mais que idéias. Nós temos o poder de transformar aquilo tudo que pensamos em ações, dependendo de algo muito interno que se chama "força de vontade". Nós somos os responsáveis pelas revoluções. E como todas elas, nem vamos perceber quando ela chegar por fazer parte dela.

Por isso, agora eu queria que pensasse no meio ambiente, na sociedade, na sua família, no seu trabalho e na sua vida, e reflita sobre tudo que faz, as conseqüências de seus atos e o que poderia fazer para melhorar.

E depois disso, o mais importante de tudo: FAÇA.


ThoMaS - 21:37


Terça-feira, Março 13, 2007

Down em mim
Frejat e Cazuza

Eu não sei o que o meu corpo abriga
Nestas noites quentes de verão
E nem me importa que mil raios partam
Qualquer sentido vago de razão
Eu ando tão down
Eu ando tão down

Outra vez vou te cantar, vou te gritar
Te rebocar do bar
E as paredes do meu quarto vão assistir comigo
À versão nova de uma velha história
E quando o sol vier socar minha cara
Com certeza você já foi embora
Eu ando tão down
Eu ando tão down

Outra vez vou me esquecer
Pois nestas horas pega mal sofrer
Da privada eu vou dar com a minha cara
De panaca pintada no espelho
E me lembrar, sorrindo, que o banheiro
É a igreja de todos os bêbados
Eu ando tão down
Eu ando tão down
Eu ando tão down
Down... down


Thadeu? - 20:48


Segunda-feira, Fevereiro 19, 2007

Vítima

Eu sou uma pessoa jovem em idade, mas com uma cabeça que não condiz com ela. Tanto isso é verdade que muitas pessoas, a cada dia mais falam que eu tenho mais de 30 anos, até uns 60 em alguns casos. Dessa maneira, quando saio com os amigos, não falamos de mulheres, futebol, bebedeiras, e outros assuntos banais inerentes à idade que tenho. Fala-se de carreira, família, futuro, entre outras coisas.

Quando falamos de futuro, comumente surge o tema de como dividir seu tempo entre família e carreira, sobre qual seria mais importante para cada um. Isso em geral é algo que varia por demais de uma pessoa para outra, mas a sociedade nos impõe "vontades" que não são necessariamente nossas. Ela nos coloca o pensamento de que nessa vida, para se ter sucesso, temos de ter muito dinheiro, uma casa bonita, um carro legal, um cargo importante que nos dê status e uma família feliz.

A família não está em ultimo na frase anterior à toa, pois quase sempre que discuto sobre isso as pessoas dizem que temos de pensar na carreira, que se uma empresa nos exige uma mudança de cargo com mudança de local de trabalho, que temos de aceitar. Temos de pensar primeiro em nossa carreira, e se não aceitarmos corremos o risco de ficar sem emprego nenhum.

Risco? Acho que corremos risco sim. Somos jovens e temos um futuro muito longo pela frente, para o qual temos de ter uma base e planejamento para atingir nossos objetivos. Mas o risco maior é pensar demais no futuro, e não viver o presente... Não aproveitar aquilo que a vida nos dá de melhor, a oportunidade de fazer um dia diferente do outro, a oportunidade de juntar lembranças e memórias, histórias e sentimentos, ter aquilo que se chama de "experiência"...

Existe uma frase bem comum que já ouvi de várias pessoas: "Eu me arrependo do que eu não faço, e não daquilo que fiz". Isso tem tudo a ver com o que digo porque uma pessoa que não aproveita o presente corre o risco de olhar para trás daqui alguns anos e pensar "Por que eu não aproveitei melhor a minha vida?". Não desejo que nenhum amigo meu vire daqui a alguns anos e fique pensando ser vítima da escolhas que fez para ter a carreira que desejava, ou vítima da pressão da sociedade por sucesso.

Deus nos deu o livre arbítrio para que pudéssemos decidir o que fazer a todo o tempo com nossas vidas, sabendo que o que ocorresse seria meramente conseqüência de nossas decisões. Portanto, acredito que todos somos vítimas sim. De nossas próprias escolhas.


ThoMaS - 13:17


Sexta-feira, Janeiro 12, 2007

(Dados não confirmados...)

Se pudéssemos reduzir a população da Terra a uma pequena aldeia de exatamente 100 habitantes, mantendo as proporções existentes atualmente, seria algo assim :

 57 asiáticos
 21 europeus
 8 africanos
 4 americanos

 52 mulheres
 48 homens
 70 não seriam brancos
 30 seriam brancos
 70 não cristãos
 30 cristãos
 89 heterossexuais
 11 homossexuais

6 pessoas possuiriam 59% de toda riqueza e 6 (sim, 6 de 6) seriam norte americanos. Das 100 pessoas, 80 viveriam em condições sub-humanas.

70 não saberiam ler
50 sofreriam de desnutrição
1 pessoa estaria a ponto de morrer
1 bebê estaria prestes a nascer
Só 1 (sim, só 1) teria educação universitária.

Nesta aldeia, haveria apenas 1 pessoa a possuir um computador.
Ao analisar nosso mundo desta perspectiva tão reduzida, se faz mais presente a necessidade de aceitação, entendimento, e educação.

Agora pense...
Se você se levantou nesta manhã com mais saúde que doenças, então você tem mais sorte do que milhões de pessoas que não sobreviveram nesta semana.

Se você nunca experimentou os perigos da guerra,
a solidão de estar preso,
a agonia de ser torturado,
ou a aflição da fome,
Então, você está melhor que 500 milhões de pessoas.

Se você pode ir à sua igreja sem medo de ser humilhado, preso, torturado ou morto,
então você é mais afortunado que 3 bilhões de pessoas no mundo.

Se você tem comida na geladeira, roupa no armário, um teto sobre sua cabeça e um lugar onde dormir, você é mais rico que 75% da população mundial.

Se você guarda dinheiro no banco, na carteira, e tem algumas moedas em um cofrinho... já está entre os 8% mais ricos deste mundo.
Se seus pais ainda estão vivos e unidos, você é uma pessoa muito rara.


FEI - 11:32


Terça-feira, Janeiro 02, 2007

Sentimentos...

Fim de ano é a época em que quase sem querer acabamos realizando o balanço das nossas vidas. E no meu livro razão, apenas bons resultados. Tenho que agradecer a tudo e a todos. E tenho que me desculpar pelo débito que tenho com o mundo. Acordo na minha cama, escolhendo se vou tomar café agora ou depois. Escolho se quero almoçar ou não. Na maioria das vezes escolho até o que quero comer. Não é fantástico?!
Isso me leva a refletir novamente e perceber o quanto o mundo me trata bem e o quanto eu devo a todos. Não apenas aos que estão presentes na minha vida. A todos mesmo...

Quero muito poder ajudar as pessoas. Espero ter nascido com tal dom e almejo conseguir vencer primeiro as expectativas de Deus e depois as minhas próprias.

Penso em um grande projeto de vida. Um projeto no qual adoto o sistema pré-pago. Como já tenho quase tudo o que sonhei para a minha vida, não tenho direito de querer quase mais nada. Apenas quero participar das realização do resto das pessoas.

Vou precisar da ajuda de todos os grandes amigos que tenho. Mas finalmente afirmo o meu interesse em participar ativamente da vida política desta nação. Quero construir uma carreira política honesta e respeitar as oportunidades cada uma ao seu tempo. Mas o quanto antes, gostaria de poder utilizar a minha capacidade para ajudar pessoas...

Que a democracia me permita...


FEI - 14:45


Segunda-feira, Dezembro 25, 2006

Mais um ano que passa

É pessoal... 2006 tá quase acabando, e nessa época que se faz um balanço de como foi o ano, quando procura se definir se foi um ano bom ou ruim para cada um de nós... Com certeza a opinião de cada um muda de acordo com aquilo que se passou nesse ano, mas nos últimos tempos eu comecei a mudar um pouco de opinião em relação a isso.

Cheguei a conclusão de que todo ano é bom, independente do que tenha acontecido. Se não tivemos experiências boas e nem memoráveis, não significa necessariamente que devemos esquecer o ano que já se foi. Nesse ano de 2006 eu chorei de raiva, chorei de alegria, cansei, me estressei, sai bastante, curti os amigos, fiquei nervoso, me descontrolei, explodi de felicidade, fiquei chateado, dormi bastante, fiquei sem dormir, fiquei doente, fiz novos amigos, me distanciei de outros, me decepcionei com algumas atitudes, dei algumas mancadas, tive dúvidas, tive certezas, e tudo o mais que faz parte da montanha-russa que sou...

E exatamente isso que importa. O que importa é que nesse 2006 eu vivi tudo isso, e mesmo que daqui a 1,2, dez anos eu não me lembre de muitas coisas, eu sei que esse ano foi fundamental para mudar quem eu sou, assim como os anos que se foram e os anos que virão! Isso é o que se chama de experiência, e é o que eu desejo que todos tenham em 2007 e nos próximos anos também.

Não se apeguem ao passado e a tudo que já se foi, tirem lições e aprendam com o que já passou, mas tenham em mente que o futuro está aberto a novas experiências. Como diz o excelente texto de Edson Marques "Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas. Mas não é isso que importa. O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia. Só o que está morto não muda!" .

Desejo, a cada um de vocês, um excelente Natal!!! E um 2007 cheio de experiências.

VIVA(M) 2007!


ThoMaS - 10:11


Domingo, Novembro 12, 2006

Milestone

After being a long time away from this blog, I decided to write a little bit about the moment I am living right now. As you already know (supposing that all the readers of this blog actually now me) by the end of this year I am going to graduate, therefore I need to find a job for the next year. But that's not the main point of my post today.

The year of 2007 will be one important milestone in my life, because it wil be when my life as a "grown up" will start for real. Unfortunately it can possibly mean that I will have to leave many things behind, because I still don't know which way my life is going to take. Of course, life is made of choices and we are the responsibles for deciding which way to follow, however for getting into a situation in which it is necessary to make choices, we first have to create those opportunities. And I guess this is the step in which I am right now.

I am trying to enter as a Trainee in some of of the greatest industries in Brazil (mainly Chemical, Petrochemical & Food Industries), but they can only offer opportunities in sites located too far from my hometown. And that is what finally brings to the main point of this post: will I be prepared for the changes to come in my life? I mean, will I know how to deal with the absence of people with whom I shared three wonderful years of my life? Will I be as happy as I am now with them? Will I still see them often?

All those questions are burning inside my brain and inside my soul, and the fact that I don't know the answer to none of them makes me become even more apprehensive about the future, about my future... And also about the future of the ones I love, of the ones I will certainly miss... I guess all I am trying to say is that it is not good at all not knowing which will be our next step... It is a world of opportunities and the choice I will have to make until the end of this year will possibly determine my whole life!

Doubt, apprehension and determination are the keywords for this moment in my life. Doubt for having to decide which opportunity will be the best for me. Apprehension for not knowing if it will be the best one. And determination to never give up, even when all the world seems to be against me. For me, it is normal for people to think about the first two words, but only successful people have the last one truly inside their mind. And I wanna be successful, professionally and personally speaking. And I will have the determination to achieve this!!!


ThoMaS - 21:06


Terça-feira, Setembro 12, 2006

Viver sem Medo

Fiquei pensando no excelente texto que o Thomas escreveu. Acho que na verdade ele tem o ponto de vista mais correto sobre o assunto, mas eu penso um pouquinho diferente. Acredito em Amores. "Respeito, carinho, apoio são coisas que existem sem o amor", mas será que isso também não é amor!!??

Durante toda nossa vida, nos fizeram acreditar que só existe um amor verdadeiro, a tampa da panela, a azeitona da empada, a metade da laranja, e só encontrando essa outra metade é que estamos encontrando nosso verdadeiro amor. No meu ponto de vista isso é errado. Ninguém deve carregar o peso de completar o que nos falta. Não é só porque você terminou um relacionamento, você não amou aquela pessoa e esse relacionamento deu errado.

Não existe apenas uma forma de ser feliz e os que não seguirem essa fórmula estarão condenados a viverem fora da sociedade, sendo apontado por todos na rua. Essa forma de ser feliz, procurando por um amor verdadeiro, pode dar errado, pode prejudicar, pode causar sofrimento, pode frustar. No lugar disso, podemos viver vários amores, aproveitando cada um deles.

Vinícius de Moraes, provavelmente o homem que mais amou nesse mundo, e por sinal, casou-se várias vezes, disse uma vez, "Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão". Não quero dizer que concordo ou discordo disso, mas acho que é uma coisa que nós podemos refletir.

Mas o mais importante também citado pelo Thomas com a frase da Marisa Monte é que nós só iremos apaixonar-se por alguém, quando estivermos apaixonados por nós mesmos!!!


Thadeu? - 01:02


Domingo, Setembro 10, 2006

Viver com Medo

Sequestro? PCC? Assalto? Morte? Tudo isso tem a ver com o título do post, mas nada a ver com o que quero citar. O medo que estou aqui para falar é um medo que eu vejo cada vez mais comum nas pessoas que me rodeiam e, imagino eu, também na sociedade atual. Medo de acabar sozinho...

Quem não pensou um dia que poderia ficar encalhado, que ficaria para tio porque não arranjava ninguém para dividir sua vida? E as pessoas que, devido à baixa auto-estima, aceitam pessoas mais ou menos para levar uma vida morna por medo de não achar nada melhor ou igual a isso? Eu acho engracado esse tipo de coisa ser comum em uma sociedade que prega a independência das pessoas, que vê instituições como o casamento ruirem mais e mais com o passar dos anos. Mesmo assim as pessoas estão em busca da felicidade e para muitas delas isso vai ocorrer quando tiverem um(a) namorado(a), alguém para chamar de "Amor" mesmo que não o(a) ame de verdade.

Sempre insisto no tema Racional X Emocional, e uma amiga minha me disse que acha que é verdade que a gente aprende a gostar de uma pessoa. Porém ela disse também que, por mais que a pessoa seja aquilo que você sempre sonhou, você não aprende a amá-la. Respeito, carinho, apoio são coisas que existem sem o amor e que podem levar à felicidade, mas e a saudade, a paixão? Infelizmente não gostamos de alguém apenas por aquilo que ela é e pelo que ela faz por você, o nosso coração tem um papel importante nessa história e é isso que as pessoas precisam perceber.

Na prática a teoria é diferente, então não aceite uma vida mais ou menos somente porque no futuro ela vai lhe parecer melhor... Antes só do que mal acompanhado também é algo que vale para os relacionamentos afetivos, e as pessoas precisam parar de ter medo de acabarem sozinhas no final das contas. Como disse a Marisa Monte durante um show dela, uma frase que me deixou marcado: "Uma pessoa para ser feliz junto de alguém, tem de saber ser feliz sozinha".


ThoMaS - 12:04


Quinta-feira, Agosto 31, 2006

Pois é, aqui estou eu novamente tentando manter vivo este blog. Um comentarista esportivo chamaria de ex-blog em atividade. E como de costume, estou sem nenhuma criatividade. Pensei em algumas possibilidades. Pensei em usar um dos dez itens do último post do Thomas, mas não gostei muito de nenhum deles. Pensei em falar sobre política, mas eu fiquei meio enjoado. Pensei em falar sobre a polícia, mas eu não quero ficar enchendo o saco de ninguém com a minha rabugentice e atual asco que sinto em relação à mesma. Pensei em falar sobre as minhas novidades, mas achei melhor não ficar colocando tudo num blog (se é que ainda exista alguém que leia isso daqui!). Pensei em reclamar da falta de posts, mas lembrei que eu também sou responsável por isso. Pensei em criticar o afastamento do pessoal, mas lembrei que essa história já está muito batida. Pensei em escrever um poema, mas eu não sei escrever poemas. Pensei em escrever uma crônica, estilo Luiz Fernando Veríssimo, mas me falta criatividade. Pensei .... Pensei ... Pensei .... e acabei escrevendo esse monte de merda. É FODA!!!

Thadeu? - 00:27


Quinta-feira, Maio 18, 2006

Tem jeito?

Em meio da inédita crise que estamos vivenciando neste momento, fica difícil de escolher qual o sentimento que mais me influencia. Não falo apenas da onda de violência que deixou os paulistanos completamente sem chão, falo também do buraco em que o país se enfiou.
São muitos sentimentos que aparecem em momentos diversos. E ai vão eles! Escolha o seu!

Sentimento de ...
Medo: de sair na rua, visitar um amigo, ficar parado na frente de casa ...
Coragem: de sair na rua, visitar um amigo, ficar parado na frente de casa ...
Culpa: por saber que eu também tenho a minha parcela ...
Indignação: não preciso nem explicar essa ...
Impunidade: Sabemos o nome de cada um dos picaretas do governo, pela primeira fez podemos apontar quem foi que roubou e quanto roubou. Sabemos também que nada vai acontecer.
Inveja: Inveja dos meus pais e avós que puderam sonhar com um país melhor, que tinham esperança no futuro. Inveja seguida de ...
Saudosismo: De um tempo que eu não vivi, mas que existia uma clara noção do que era felicidade e onde encontrá-la. Acho que eu já nasci saudosista ...
Luto: Por uma morte anunciada e eminente ...
Tristeza: Para acompanhar o luto. Do Fernando e meu (post anterior) ...
Admiração: Com duas facções criminosas que demonstram uma organização nunca antes vista. As organizadas em presídios e as organizadas no congresso ...
Idiotice: Sinto-me um idiota quando sou obrigado a assistir uma velha dançando alegremente, quando vejo um cara esquecer tudo que falou depois de um dia, fingindo-se de demente mental, quando vejo um Índio boliviano fazendo o que bem entende.
Raiva: Do presidente, dos deputados, dos ministros, do governador, da polícia, de facções criminosas, da mídia, da falta de educação, de boliviano, de venezuelano, dos brasileiros (principalmente), etc ...


Thadeu? - 21:37


:: Casa da KK
chapéus, sapatos ou roupa usada .... quem tem!!!???
:: Perfis
Nome: Fernando (Fei)
Idade: 24 anos
Níver: 15/02
Status: ???

Nome: Thadeu (Thadeu?)
Idade: 24 anos
Níver: 10/09
Status: ???

Nome: Thomas (ThoMaS)
Idade: 24 anos
Níver: 17/07
Status: Dreaming
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